{"id":874,"date":"2020-04-22T10:08:48","date_gmt":"2020-04-22T13:08:48","guid":{"rendered":"http:\/\/webapp388536.ip-198-58-123-167.cloudezapp.io\/crescendojuntos\/?p=874"},"modified":"2020-04-22T10:09:35","modified_gmt":"2020-04-22T13:09:35","slug":"receitas-que-marcam-nossa-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cefsa.org.br\/crescendojuntos\/receitas-que-marcam-nossa-historia\/","title":{"rendered":"Receitas que marcam nossa hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>Quando entramos no restaurante do CEFSA e nos deparamos com aquelas iguarias que d\u00e3o \u00e1gua na boca, nem imaginamos o trabalho que \u00e9 realizado at\u00e9 o alimento chegar \u00e0 mesa. Por tr\u00e1s de cada refei\u00e7\u00e3o que nos \u00e9 oferecida, h\u00e1 uma equipe que trabalha com amor, dedica\u00e7\u00e3o, carinho e aten\u00e7\u00e3o, composta por integrantes que exercem diferentes fun\u00e7\u00f5es, cada um desempenhando papel fundamental para que alunos e funcion\u00e1rios saiam felizes e satisfeitos do restaurante.<\/p>\n<p>Cada um desses profissionais empenhados em levar alegria ao pr\u00f3ximo atrav\u00e9s do alimento carrega em seu cora\u00e7\u00e3o receitas que despertam sua mem\u00f3ria afetiva, significativas em sua hist\u00f3ria. Um exemplo disso \u00e9 o funcion\u00e1rio do restaurante do CEFSA, Ivair Nascimento, que relembra com carinho de tr\u00eas pratos que lhe remetem \u00e0 inf\u00e2ncia e \u00e0 fam\u00edlia: costelinha com quiabo, canjiquinha e bolo de fub\u00e1.<\/p>\n<p>\u201cA costelinha com quiabo traz momentos da conviv\u00eancia com os meus av\u00f3s, que hoje j\u00e1 n\u00e3o est\u00e3o entre n\u00f3s, mas que s\u00e3o lembrados de forma positiva sempre que minha m\u00e3e reproduz o prato; a canjiquinha me lembra toda uma dificuldade na inf\u00e2ncia, em que a fam\u00edlia se reunia em torno da mesa para matar a fome com um prato que rendia mais; j\u00e1 o bolo de fub\u00e1 me remete aos caf\u00e9s da tarde em S\u00e3o Paulo e \u00e0s nossas viagens a Minas Gerais\u201d, relembra Ivair.<\/p>\n<p>E voc\u00ea, possui algum prato que relembre momentos especiais com a fam\u00edlia? Compartilhe conosco nos coment\u00e1rios.<\/p>\n<p>Para quem ficou com vontade de experimentar os pratos do Ivair, seguem as receitas abaixo:<\/p>\n<p><strong><u>Canjiquinha<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>2 e \u00bd x\u00edcaras de canjiquinha<\/li>\n<li>1 colher de sopa de \u00f3leo<\/li>\n<li>4 dentes de alho picados<\/li>\n<li>20 costelas de porco frescas<\/li>\n<li>4 x\u00edcaras de \u00e1gua<\/li>\n<li>Sal a gosto<\/li>\n<li>\u00bd repolho branco<\/li>\n<li>Salsinha para decorar<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Modo de preparo:<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; Coloque a canjiquinha em \u00e1gua e deixe de molho por uma hora.<\/p>\n<p>&#8211; Escorra e reserve.<\/p>\n<p>&#8211; Esquente o \u00f3leo numa panela, doure 2 dentes de alho e, em seguida, refogue as costelas de porco.<\/p>\n<p>&#8211; Quando estiverem douradas e macias, desligue o fogo e reserve na pr\u00f3pria gordura que se formou.<\/p>\n<p>&#8211; Coloque as 4 x\u00edcaras de \u00e1gua numa panela e cozinhe a canjiquinha com sal a gosto, mexendo at\u00e9 engrossar e soltar do fundo da panela.<\/p>\n<p>&#8211; Reserve, retire 4 colheres da gordura da fritura das costelas e coloque em uma panela.<\/p>\n<p>&#8211; Junte o alho restante, doure e acrescente a canjiquinha.<\/p>\n<p>&#8211; Mexa bem e adicione as costelas de porco e o repolho, rasgando-as grosseiramente com as m\u00e3os.<\/p>\n<p>&#8211; Polvilhe a salsinha sobre o cozido antes de servir.<\/p>\n<p><strong><u>Costelinha com quiabo e angu<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>1 kg de costelinha de porco cortada<\/li>\n<li>Sal a gosto<\/li>\n<li>Pimenta do reino a gosto<\/li>\n<li>2 dentes de alho triturados<\/li>\n<li>1 cebola m\u00e9dia bem picada<\/li>\n<li>1 e \u00bd kg de quiabo<\/li>\n<li>\u00d3leo suficiente para fritar<\/li>\n<li>Salsinha e cebolinha a gosto<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Modo de preparo:<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; Tempere a costelinha 3 horas antes de preparar a receita, usando o sal e a pimenta do reino.<\/p>\n<p>&#8211; Em uma panela, coloque as costelinhas e deixe dourar.<\/p>\n<p>&#8211; Acrescente o alho e a cebola, refogue, cubra com \u00e1gua e deixe cozinhar (se for necess\u00e1rio coloque mais \u00e1gua para que a costelinha fique bem cozida).<\/p>\n<p>&#8211; Corte o quiabo em pedacinhos de 2 cent\u00edmetros e frite no \u00f3leo para tirar a baba.<\/p>\n<p>&#8211; Deixe escorrer em papel toalha e misture com a costelinha e seu caldo.<\/p>\n<p>&#8211; Sirva a costelinha com angu.<\/p>\n<p>&#8211; Polvilhe a salsinha e a cebolinha sobre o prato.<\/p>\n<p><strong><u>Bolo de fub\u00e1<\/u><\/strong><\/p>\n<p><strong>Ingredientes:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>1 x\u00edcara de ch\u00e1 de manteiga<\/li>\n<li>1 x\u00edcara de ch\u00e1 de a\u00e7\u00facar<\/li>\n<li>4 ovos<\/li>\n<li>2 x\u00edcaras de ch\u00e1 de fub\u00e1<\/li>\n<li>1 x\u00edcara de ch\u00e1 de farinha de trigo<\/li>\n<li>\u00bd colher de sopa de fermento em p\u00f3<\/li>\n<li>\u00be de x\u00edcara de ch\u00e1 de leite de coco<\/li>\n<li>\u00bd x\u00edcara de ch\u00e1 de coco ralado<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Modo de preparo:<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; Bata a manteiga com o a\u00e7\u00facar, junte os ovos e continue batendo por 10 minutos.<\/p>\n<p>&#8211; Separadamente, misture o fub\u00e1, a farinha de trigo e o fermento, e v\u00e1 acrescentando-os \u00e0 primeira mistura aos poucos, alternando com o leite de coco, sempre mexendo bem.<\/p>\n<p>&#8211; Junte o coco ralado e misture.<\/p>\n<p>&#8211; Despeje a massa numa forma retangular untada, de 24 cm de comprimento, leve para assar, com forno pr\u00e9-aquecido a 180\u00baC, por aproximadamente 35 minutos.<\/p>\n<p>&#8211; Espete o palito no bolo; quando sair limpo, est\u00e1 pronto.<\/p>\n<p><em><strong>Colabora\u00e7\u00e3o:<\/strong> Michelle Regina Ramos Gratieri (Coordenadora do Restaurante do CEFSA)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando entramos no restaurante do CEFSA e nos deparamos com aquelas iguarias que d\u00e3o \u00e1gua na boca, nem imaginamos o trabalho que \u00e9 realizado at\u00e9 o alimento chegar \u00e0 mesa. 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